Sobre

Meu nome é Juliana Freitas, tenho 35 anos, sou casada e tenho duas filhas, Mariana Flor de 6 anos e Antônia Dara de 2 anos. Sou formada em História (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC, mestre em Ensino de História pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, especialista em Neuropsicopedagogia e Educação Especial e Inclusiva pelo Instituto Nacional de Ensino – INE e Neuropsicopedagoga Clínica pela Faculdade CENSUPEG.

Atuei como professora de História no Ensino Fundamental séries finais por 10 anos, tendo experiências com a educação básica municipal, estadual e particular. Pude encontrar muitas realidades diferentes de escolas sem biblioteca à internet de alta velocidade em sala de aula.

Nesta década dedicada à escola conheci uma multiplicidade de estudantes. Tive o prazer de ser a primeira professora de História do Brasil a trabalhar com o áudio book do livro didático Projeto Araribá (Editora Moderna) em sala de aula com uma aluna deficiente visual. Acompanhei uma turma de aceleração do Ensino Fundamental e pude presenciar o orgulho daqueles estudantes tão rotulados pela sociedade ao erguerem seus diplomas. Vi muitas mentes atípicas quebrarem seus rótulos. Aprendi com meus alunos não apenas o respeito às diferenças, mas a valorização da heterogeneidade.

Fora da educação básica tive a oportunidade de trabalhar com pré-vestibular comunitário, experiência tão forte que junto a alguns colegas fundamos o Projeto de Educação Comunitária Integrar. Nosso objetivo foi criar um espaço de aprendizagem onde jovens professores e trabalhadores em busca de sonhos e qualificação profissional pudessem juntos construir um espaço de educação voltado à emancipação do sujeito. O Integrar segue contribuindo para que mais jovens e adultos de camadas sociais excluídas ocupem e transformem as salas de aula das universidades e possibilitando que professores em formação conheçam uma dinâmica de ensino que tenha como protagonista o sujeito Aprendente.

Estas experiências me impulsionaram a refletir cada vez mais sobre como aprendemos, fizeram com que eu me questionasse qual o meu papel como professora. Como permitir que o estudante seja o protagonista do processo de aprendizagem? Que instrumentos e metodologias podem ser utilizadas para uma aprendizagem significativa?

Hoje me dedico a buscar respostas, um exercício constante de uma Mente Aprendente.